: Escrevo não porque sei, mas por gosto e impulso... E assim escrevo errado mesmo...

(E o conteúdo deste blog que não consta fonte, é de minha autoria...)

sábado, 12 de setembro de 2015

Sobre desfiles de 7 de Setembro (2015)


INDEPENDÊNCIA? É a forma de se expressar, de se vestir, de representar, de criticar, de se revelar, de fazer algo diferente, de reivindicar... através de Paradas e desfiles como aconteceu e ainda vai acontecer em nosso município. CIVISMO? É o respeito ao desrespeito do outro, quando critica até o que não vê! LIBERDADE! É O QUE TEMOS, QUANDO FAZEMOS NOSSO ACONTECER COMO ESTA SEMANA DE MANIFESTAÇÕES CÍVICAS EM NOSSO MUNICÍPIO! Parabéns a todos os envolvidos! Até mesmo a você, que só achou motivos para criticar! Ajude a fazer melhor! Esse é o verdadeiro sentido do CIVISMO!
(Professora Maria Quitéria de Oliveira, 08.09.2015 em seu perfil de Facebook, com nível de privacidade só para amigos.)
Com licença da autora do texto e como que prestando uma homenagem, vou discorrer um pouco sobre o que está escrito:

Amei a definição para Independência, o que aproximou bastante de Liberdade uma vez que é preciso ser livre pra ser independente, ou não...
Muito coerente e raro também o “respeito ao desrespeito do outro” quando a incitação a qualquer tipo de agressão está tão em alta... Frase autenticamente educadora e vivida por Pró Quitéria...
Sim, todos os envolvidos estão de parabéns por que se envolveram até o pescoço na elaboração dos desfiles e paradas em comemoração a Pé de Serra e á Pátria e e de maneira especial aos Alunos, por entender que eles é que são ou devem ser os protagonistas em tempo que objetos de todo Projeto Educacional como é o Desfile de 7 de setembro.

Mas a parte que mais me cabe e quero falar é das “críticas” bem como a de “ajudar fazer ‘melhor’”...
Aqui a carapuça coube certinha na minha pessoa, e ENFATIZO que sou cônscia de que Pró Quitéria não me mandou indireta! Isso difere do perfil dela, bem como difere do meu aceitar indiretas. Diretas são bem melhores e mais fáceis!

Mas é que gosto mesmo de “criticar” nem só, como também os desfiles de 7 setembro, ou de 6, 4 ou outro dia qualquer de setembro que aqui já começo dizendo que penso que deveriam ser todos apenas de 7 de setembro.
Meu “criticar” não é o de “colocar” defeitos, até porque na minha concepção defeitos não se colocam, se apontam... Também meu “criticar” vem junto com a correção ou sugestão, o que pode ser um “ajudar a fazer”. Mas uma característica de boa parte de meus conterrâneos é “saber tudo” e assim fechar-se a aprender o que de fato não sabe ou até mais um pouco... E ainda o “melhor” é um pouco menosprezado em função apenas do “fazer” e do “ajudar”... O importante é fazer (de qualquer jeito e com pressa), e ajuda ao que está sendo feito (como está sendo feito) é sempre bem-vinda... Vivi a experiência de tentar sugerir e orientar e ouvi “- Ah, você faz diferente” (sim, errado e certo são distintos) e “eu prefiro fazer assim” e tendo passada por ruim, e como quem atrapalha, adotei a prática “muito ajuda, quem não atrapalha”... Só não esqueci o que sabia e continuo ver as “diferenças”...

Estou fora da área de Educação, ou seja, não atuo profissionalmente na área, mas fiz o antigo curso Habilitação para o Magistério e volta e meia arrisco uns “pitacos educacionais”...

Sobre 7 de setembro (que até nasci nesse dia e desfilei a primeira vez no dia em que completei 02 anos) sempre gostei de desfiles... Meu ambiente familiar também contribuiu, minha mãe sempre gostou, sou sobrinha de militar... Enfeitando mais a coisa, meus 15 anos, celebrei em pleno Desfile Militar de 7 de Setembro, em Salvador.
Mas analiso muito a forma como “hoje” se fazem desfiles de 7 de setembro aqui na minha terrinha, e penso que um povo criativo, inteligente e habilidoso como o pé-de-serrense pode sim fazer algo bem melhor.
Esse “melhor” começaria com a valorização do que de fato importa, o conteúdo, e não apenas da indumentária... O luxo logo vira lixo... 
Isso dentro do que na minha visão é o objetivo da educação ou do ensino. E algumas preocupações ostensivas deseducam pela inversão de valores...
Outro critério que penso ser muito importante é o “desfile” em si... O que por essência é uma “marcha” imitação por inspiração das militares... Como uma dança coreografada para ser sincronizada entre os que dançam e o ritmo da música tocada. Porque isso é ignorado e tido como impossível? Porque só no dia do desfile desejar que os alunos marchem corretamente? As evoluções tecnológicas, que devem nos auxiliar a ver e aprender atrofiaram a nossa capacidade física e mental? 
Se os alunos hoje são outros, os professores também são... Ou esses professores não foram alunos?

Não que eu desmereça o trabalho de todos que se esforçam para montar os Desfiles de 7 (6, 4...) de Setembro, mas penso que tal trabalho poderia ser ainda melhor e mais proveitoso, como um dia já foi... 

E naturalmente, mesmo gastando português, eu continuo apenas pensando e o povo fazendo como quer... rs


Viva o 7 de Setembro!
@ J

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