: Escrevo não porque sei, mas por gosto e impulso... E assim escrevo errado mesmo...

(E o conteúdo deste blog que não consta fonte, é de minha autoria...)

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Temas sociais, palavras, opiniões de opiniões, ações... (No virtual e no real)

Tenho uma postura particular em relação a temas sociais polêmicos...

Busco ser discreta e sempre verdadeira... E só me expresso ou me manifesto com ‘plena convicção’ de fatos e ideias...

Hoje, ter essa ‘plena convicção’ é tão difícil que chega a ser ‘quase’ impossível...

Muito cética, vejo as mídias sociais como ‘humanamente tendenciosas’...
Cada comunicador(a) expõe (apenas) os fatos (e de maneira) que os convém, que os interessa, que os trará benefícios direcionando-os à melhor posição no ranking e assim sucessivamente aos retornos...

As Redes Sociais com seus perfis em sua maioria individuais são ‘humanamente sentimentais’; existem os chamados ‘fakes’ (falsos) tanto perfis quanto postagens, bem como as charges (humor) que poucos identificam e divulgam ingenuamente, e, assim a verdade imparcial está sujeita a alterações ou até inexiste... 

Há ainda o mau uso da Língua Portuguesa, que em suas palavras de múltiplos sentidos podem deturpar o fato comunicado. E complicar a vida de quem disse algo pensando estar certo e depois é punido porque “vale o que está escrito”!

Então vejo: exposição de fatos com ou sem inverdades (o que confunde), opiniões de defesa de um todo e crítica em partes (de mesmo autor e às vezes no mesmo tempo e contexto – confuso!), opiniões de gente que é convencido de um ideal e se contradiz logo em seguida ou um tempo depois, de gente que cada hora pensa uma coisa, (ora pró, ora contra mesmo) e de gente que não faz ideia do alcance, risco, efeitos de suas postagens...

E assim eu navego, leio, analiso, ‘penso’¹ e formo meu ‘ponto de vista’² sobre os temas ‘sociais polêmicos’... Como também tenho meus sentimentos, e eles estão nas minhas ideias e convicções, e como nada é permanente a não ser a mudança³, vejo-me no direito de não ‘expor’ nem de ‘impor’ ao menos a leitura/visualização possível de minhas ideias incertas e evito assim as palavras efêmeras e duvidosas tanto à outrem, quanto principalmente a mim uma vez que torno-me escrava de tudo que expresso... É o que chamo de liberdade do ‘não’ (dizer, fazer etc...); A palavra é forte, influencia... Mas eu prefiro adotar a AÇÃO invés da PALAVRA... Dizem até que é mais eficaz.

Na atualidade temo o que chamo de extremismo: 'ou tudo ou nada!' As coisas devem ser equilibradas.

Sei que muitos pensam diferente, discordam e até se decepcionam comigo por eu pensar assim. São livres, como eu... Peço desculpas em tempo que digo: - Prazer, Anita Garibalde – Gabe!

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¹ “Todo ‘penso’ é torto!” (João Grilo, Auto da Compadecida).
² “Todo ‘ponto de vista’ é a vista de um ponto.” (Leonardo Boff, O Despertar da Águia).
³ Já mudei muito de mim, gostei de mudar, e, continuo a mudar... (redundância enfática).

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